Planejamento por telhados
Compare âncoras, altura, pouso e rota de rua.

Objetivo operacional
Uma linha de telhados parece rápida porque ignora cruzamentos. Na prática troca um custo conhecido — o trânsito — por quatro desconhecidos: âncora, altura recuperável, aterrissagem e retorno à rua.
Rota de decisão
- Leia a linha de trás para frente, a partir do telhado-alvo: a pergunta é se ele conecta a algo.
- Confirme âncoras antes da altura: subir sem ponto de apoio no topo transforma a rota em descida.
- Trate altura como poupança, não gasto: só serve depois se a linha entre telhados não a devolver.
- Escolha o pouso antes do salto: um pouso não observado é o que mais provavelmente encerra a rota.
- Mantenha a rua acessível em dois pontos: uma descida é um plano, duas são uma rota que se pode abortar.
Revisão de falhas
- Planejar a subida e chamar isso de rota: subir é a parte mais barata de qualquer linha de telhados.
- Usar telhados para levar algo que a rua levaria por você.
- Ler um vão como saltável porque um parecido era, num distrito de outra escala.
Não divulgado: mecânicas de balanço, origem das âncoras, dano de queda, estamina e densidade de telhados por distrito.